Óbvio. Nunca se sabe o que não se sabe. Até que tomemos conhecimento. Conhecer a fundo: eis a grande necessidade. Mais do que pensamos. E pensar, mais do que replicar o que se pensa, forma pessoas capazes. O indivíduo que detém conhecimento é, por essência, um ser capaz, no mínimo, de encarar o mundo.
Sempre pergunto porque o ente-mor imaterial que odeio é a dúvida. Prefiro “A ou B”, jamais “talvez A ou talvez B”. A e B são seres cuja existência não pode estar ligada à confirmação de fatos: assim se idiotiza A ou traz descrédito a B. Quem pode dizer seguramente que A foi o contrário de B se não soubermos se A é, de fato, A (e não B)?
Assim se tece a teia das relações verdadeiras: dizendo - e não subentendendo. Fui evasivo? Aplica-se a muita coisa. Escolha verdadeiramente seu A, ainda que tenha seu Plano B.
Sempre pergunto porque o ente-mor imaterial que odeio é a dúvida. Prefiro “A ou B”, jamais “talvez A ou talvez B”. A e B são seres cuja existência não pode estar ligada à confirmação de fatos: assim se idiotiza A ou traz descrédito a B. Quem pode dizer seguramente que A foi o contrário de B se não soubermos se A é, de fato, A (e não B)?
Assim se tece a teia das relações verdadeiras: dizendo - e não subentendendo. Fui evasivo? Aplica-se a muita coisa. Escolha verdadeiramente seu A, ainda que tenha seu Plano B.
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